sábado, 12 de fevereiro de 2011

Compulsão por Doces: o que fazer para evitar?


O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição, que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres, que tem uma vontade quase irresistível de comer doces. Estes especialistas verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto à dependência do álcool ou drogas.

A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural. Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado.

Nos consultórios as queixas são conhecidas. Se a pessoa foi gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade.
Como muitas pessoas, com transtornos alimentares, parecem também sofrer de depressões, alguns pesquisadores acreditam que pode haver uma relação entre estes problemas. Eles afirmam que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de serotonina, um dos neurotransmissores responsáveis pela comunicação entre os neurônios.

Estudos recentes mostraram que as pessoas que sofrem de um desequilíbrio no sistema Serotonina/Noradrenalina, têm uma disfunção alimentar ligada a distúrbios psiquiátricos. A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência; quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.

Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Todo mundo sabe que o regime ideal requer um pouco de cada alimento, como as verduras, carnes, frutas, legumes e cereais.
A alimentação ideal deve ter 55% de carboidratos, 30% de gorduras e 15% de proteínas. Com esta proporção, os carboidratos ou açúcares deixam de ser os grandes vilões e os culpados pela cintura grossa.
Assim, quando alguém devora um bolo ou um sorvete de creme não vai ganhar uns quilinhos apenas por causa do açúcar, mas também pela manteiga, leite e creme da mistura.

Segundo nutricionistas, é uma maneira de compensar um hábito introduzido desde a infância: as mães costumam adoçar o leite das mamadeiras; quando a criança é bem comportada, ganha um refrigerante; à partir da adolescência, os namorados se presenteiam com bombons. O doce adquire assim, um significado afetivo na maioria das famílias. E ao haver uma carência de afeto, a compensação pode ser buscada no próprio doce.

Uma manobra interessante é a pessoa tentar ingerir mais vegetais, como os espargos, que diminuem esta vontade de atacar a geladeira. Quem tem uma vontade incontrolável de comer doces e não é diabético, pode optar por compotas de frutas ou outros doces sem gordura.
O importante é driblar esta vontade, com frutas, doces dietéticos, exercícios físicos que aumentam a serotonina, dando sensação de bem estar. Porém, quando a situação for difícil de contornar, um profissional especializado, como um psiquiatra, pode ser de ajuda para o paciente, para o tratamento de distúrbios da ansiedade que podem estar associados a este quadro

Bulimia: Qual o Melhor Tratamento?



"A bulimia nervosa consiste em episódios recorrentes do consumo de grandes quantidades de alimentos acompanhado por um sentimento de perda do controle. É significativamente mais comum em mulheres, mas seu início freqüentemente dá-se mais tarde, na adolescência ou na idade adulta jovem. Essa doença acomete aproximadamente 1 a 3% das mulheres jovens. Embora a bulimia nervosa freqüentemente esteja presente em mulheres jovens de peso normal, elas têm, ocasionalmente, uma história de obesidade."

Introdução

As características essenciais da bulimia nervosa são episódios recorrentes de compulsão periódica (ingestão de uma quantidade de alimentos, definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria em um período de tempo); um sentimento de falta de controle sobre o comportamento alimentar durante as comilanças; vômitos auto-induzidos (provocados pelo próprio indivíduo), uso de laxantes (substâncias que causam um tipo de diarréia) ou diuréticos (substâncias que aumentam a diurese - função renal de produção de urina); regimes alimentares rígidos; jejum ou exercícios físicos vigorosos, para evitar ganhos de peso; preocupação persistente e exagerada com a forma e o peso do corpo.

O tratamento da bulimia nervosa consiste de várias intervenções, incluindo psicoterapia individual de enfoque cognitivo-comportamental, terapia de grupo, terapia familiar e farmacoterapia (uso de medicamentos). A terapia cognitivo-comportamental tem como objetivo a extinção de hábitos ou atitudes mal-adaptativas e sua substituição por novos padrões, apropriados e não-provocadores de ansiedade. Este tipo de tratamento fundamenta-se nos princípios da aprendizagem. A psicoterapia interpessoal consiste em uma terapia de grupo psicodinâmica.

Vários estudos verificaram que a terapia cognitivo-comportamental é o tratamento psicoterapêutico mais eficaz para a bulimia nervosa. Outro estudo, considerado uma exceção, mostrou que a psicoterapia interpessoal poderia ser tão eficaz quanto a terapia cognitivo-comportamental, apesar do maior espaço de tempo para a verificação dos seus efeitos. Esta informação foi recentemente corroborada por pesquisadores, em um estudo realizado com o objetivo de analisar essa importante comparação entre os tipos de tratamento da bulimia nervosa.

O Estudo

Para estabelecer uma comparação entre estes dois tipos de tratamento psicoterapêuticos diferentes, cientistas avaliaram 120 pacientes que se enquadravam nos critérios do DSM-III-R (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders-Manual para o diagnóstico de doenças mentais) para bulimia nervosa. Os resultados do estudo foram publicados na revistaArchives of General Psychiatry, de maio de 2000. A idade média dos participantes era 28 anos. Todos apresentavam quadro de alterações alimentares, como ingestão excessiva de alimentos e remoção destes através de vômitos provocados intencionalmente. Além disso, usavam laxantes e diuréticos. Os pacientes estudados apresentavam, também, outros aspectos psicopatológicos (doentios) relacionados à bulimia nervosa, como episódios de depressão, distúrbio de personalidade e abuso de drogas. Aproximadamente um quarto dos pacientes tinha uma história de anorexia nervosa (distúrbio caracterizado por perturbação da imagem corporal e busca incessante de magreza, freqüentemente a ponto da inanição).

Essa avaliação, que consiste em um estudo multicêntrico, aconteceu um ano após estes pacientes terem sido submetidos à psicoterapia, como forma de tratamento da bulimia nervosa. Esses pacientes foram, anteriormente, selecionados de maneira randômica e divididos em dois grupos, estudados e tratados em locais diferentes, Nova Iorque e Oxford. Um dos grupos foi submetido a sessões de terapia cognitivo-comportamental e o outro, a sessões de psicoterapia interpessoal, por um período de vinte semanas. As áreas de avaliação desse estudo comparativo incluíram a psicopatologia geral, desordens dos hábitos alimentares e valor das terapias em relação ao sucesso do tratamento.

O tratamento consistiu em 19 sessões individuais, conduzidas por um período de 20 semanas. Cada sessão durava cerca de 50 minutos, sendo duas por semana, nas doze primeiras semanas e, então, intervalos de duas semanas nas últimas sessões. Durante o estudo, nenhum paciente recebeu outro tipo de tratamento além da psicoterapia. As sessões foram gravadas em vídeo e, aleatoriamente, foram selecionados os pacientes tratados com as duas formas de terapia. A eficácia destas foi avaliada, posteriormente, pelos pesquisadores.

Resultados

Os pesquisadores analisaram inicialmente, a proporção de recuperação dos pacientes, definida como a não ocorrência de episódio de comer compulsivamente, ou provocar vômitos, durante vinte e oito dias. Depois, a proporção de pacientes que apresentaram episódios de comer compulsivamente e provocar vômitos, menos de duas vezes por semana, durante o mesmo período. A análise secundária ocorreu um ano após o fim do tratamento dos pacientes, em que houve uma investigação da taxa de recuperação entre os dois tipos de terapia estudados.

A psicoterapia interpessoal consiste em um tipo de tratamento em que os resultados são alcançados mais lentamente, mas, apesar disso, é a primeira terapia que demonstrou efeitos equivalentes aos da terapia cognitivo-comportamental em se tratando da bulimia nervosa. Assim, pode ser uma alternativa a ser usada em algumas circunstâncias.

A terapia cognitivo-comportamental compreende três fases sobrepostas. Na primeira fase, o objetivo principal é educar o paciente sobre a bulimia nervosa e os processos que a mantém. Os pacientes são auxiliados a regularizarem sua alimentação. Na segunda e na terceira fases, os procedimentos objetivam, principalmente, a manutenção da mudança do hábito alimentar. A psicoterapia interpessoal, desenvolvida por Klerman e colaboradores, foi aplicada à bulimia nervosa, compondo-se de três fases distintas.

A análise comparativa dos dois tipos de tratamento não evidenciou nenhuma diferença significativa entre eles. Em relação à recuperação dos pacientes após o período de tratamento, a terapia cognitivo-comportamental apresentou-se mais eficaz. Uma grande parcela (29%) dos pacientes tratados com esse tipo de terapia recuperou-se, enquanto pequena (6%) parcela dos pacientes tratados com a psicoterapia interpessoal obteve o mesmo resultado.

Nesse estudo, uma vantagem significativa do ponto de vista clínico e estatístico, da terapia cognitivo-comportamental sobre a psicoterapia interpessoal foi observada ao final do tratamento.

A conclusão final dos pesquisadores é que a terapia cognitivo-comportamental constitui uma alternativa de tratamento da bulimia nervosa que apresenta resultados mais rápidos e eficientes do que a psicoterapia interpessoal. Isto sugere que a terapia cognitivo-comportamental deve ser considerada tratamento psicoterapêutico de escolha para esse distúrbio de alimentação.

Comer frutas é essencial para o sucesso da dieta


Consuma de três a cinco porções todos os dias e varie nas escolhas


Leves, saudáveis e pouco calóricas, as frutas estão entre os alimentos que mais ajudam na perda de peso e na prevenção contra doenças. Ricas em vitaminas, fibras e sais minerais, "elas são extremamente importantes porque mantêm ativo o metabolismo e ajudam a controlar a fome, contribuindo para o emagrecimento", explica a nutricionista Lígia Henriques. Além disso, as frutas também melhoram o funcionamento do intestino e eliminam toxinas. Mas, para obter os benefícios das frutas, é preciso ingerir de três a cinco porções por dia, orienta a nutricionista do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unicamp) Salete Brito.

Uma porção equivale, por exemplo, a uma fruta média, duas colheres de sopa de abacate, dez morangos, 15 uvas pequenas ou 15 jabuticabas. De acordo com Salete, as frutas devem ser sempre ingeridas junto com as refeições. "No almoço e no jantar como sobremesa e nos lanches menores como componentes da refeição, pois o açúcar da fruta, a frutose, é absorvido mais lentamente na presença de outros nutrientes como a proteína e a gordura". É por isso que, quando combinada a um derivado de leite, como queijo ou iogurte, a fruta prolonga a sensação de saciedade. 
Inclua frutas na dieta - Foto: Getty ImagesE quais são as melhores frutas para consumirmos? "Todas as frutas são boas, elas têm vários nutrientes diferentes na sua constituição, portanto, é fundamental variar sempre", responde Salete. Para que você varie suas escolhas de maneira consciente, as nutricionistas Roberta Stella, do Minha Vida, Daniela Jobst, da Unifesp, e Mariana Reis, da rede de Clínicas Anna Aslan, dão informações sobre o valor nutricional e o poder preventivo de diversas frutas.

Açaí: possui antocianina, que expulsa radicais livres do organismo, melhora a circulação sanguínea e combate o colesterol alto. É uma boa alternativa para as pessoas que sofrem de anemia. Quem tem diabetes ou gastrite deve evitar. Consuma com parcimônia porque o açaí tem alto teor calórico.

Abacate: sua vitamina C mantém a elasticidade da pele e suas gorduras monoinsaturadas ajudam a baixar o colesterol no sangue. Vitamina B6, magnésio e ferro também fazem parte da composição da fruta e beneficiam o sistema imunológico, as glândulas endócrinas, os ossos e os dentes. 
Abacaxi: é uma boa fonte de potássio, magnésio e vitaminas A e B1. Por conter muita água e fibras, melhora a digestão e o funcionamento do intestino.

Banana:
ela não é somente rica em carboidratos e energia, mas possui também elevadas proporções de minerais como potássio, ferro e cálcio e vitaminas A, B6, B12 e C. É indicada para quem tem hipertensão, anemia, depressão e insônia.

Caqui:  possui poucas calorias e muito cálcio, ferro, proteínas e vitaminas A, B1, B2 e C, que mantêm a qualidade da visão, contribuem para a saúde da pele e aceleram a cicatrização. Além disso, o caqui aumenta a resistência a infecções e, quando ingerida com outros alimentos ricos em ferro, auxilia na absorção desse mineral pelo organismo.

Jabuticaba: tem como propriedade principal um composto chamado antocianina, que combate os radicais livres, moléculas que danificam o material genético e aceleram o envelhecimento.

Laranja: é famosa por ser fonte de vitamina C, que auxilia na resistência a infecções e na cicatrização de feridas e queimaduras. O cálcio presente na laranja fortalece a estrutura óssea e o fósforo contribui para a absorção da glicose, enquanto as fibras ajudam no funcionamento intestinal.
Maçã: vitaminas B1 e B2, fósforo e ferro são algumas das principais substâncias presentes na maçã. Em sua casca, está a pectina, que ajuda a reduzir o colesterol do sangue. Possui propriedade adstringente, sendo excelente para a garganta e as cordas vocais. É ótima também para evitar a constipação intestinal. Consumir uma unidade por dia pode reduzir o risco de câncer colorretal, o terceiro mais comum no mundo, segundo uma pesquisa polonesa divulgada no European Journal of Cancer Prevention. A fruta ainda retarda o envelhecimento das células, regula o sistema nervoso e protege contra problemas de pele.

Mamão: alguns benefícios dessa fruta, como melhoria do trabalho intestinal e hidratação da pele e do cabelo, são notórios. A novidade, descoberta por pesquisadores da Universidade da Flória (EUA), é que um chá feito com as folhas do mamão age contra uma ampla gama de tumores, incluindo os de colo do útero, mama, fígado, pulmão e pâncreas.

Melão: estresse, fadiga, dificuldade de concentração e irritabilidade são alguns sintomas que podem ser reduzidos por meio do consumo de melão, de acordo com um estudo realizado por cientistas franceses e publicado no Nutrition Journal. Por ser rica em água (cerca de 90%) e possuir propriedades diuréticas, a fruta também contribui para a preservação dos rins e do fígado. Além disso, a presença de cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A e C ajuda na formação de ossos, dentes e sangue e na proteção contra problemas de visão e infecções.
Frutas são essenciais na dieta - Foto: Getty Images
Melancia: possui carboidratos, betacaroteno, cálcio, fósforo, ferro, vitaminas do complexo B e C e muita água. Também apresenta licopeno e glutationa, que protegem o organismo do câncer e do envelhecimento precoce. É eficaz ainda no combate a problemas cardiovasculares, febres e pressão alta.

Morango: essa pequena fruta vermelha, rica em vitamina C, dá resistência aos tecidos, ajuda a cicatrizar ferimentos, evita hemorragias, atua contra infecções e melhora a memória. O morango também é fonte de niacina, que evita reumatismo e problemas na pele, no aparelho digestivo e no sistema nervoso.

Tangerina: independente da variedade, tem boa quantidade de vitaminas A, B e C e sais minerais, como cálcio, potássio, sódio e fósforo. A vitamina C, junto ao cálcio e ao fósforo, age no desenvolvimento de dentes e ossos. A vitamina A é indispensável para a saúde da vista e da pele e aumenta a resistência a infecções. As vitaminas do Complexo B estimulam o apetite e o crescimento.

Uva: com alto teor de pectina, ferro, potássio, açúcar e vitaminas B e C, essa fruta têm propriedades laxativas e diuréticas, estimula as funções do fígado. As uvas pretas, utilizadas na produção de vinhos, trazem grande quantidade de bioflavonóides, que agem no controle de colesterol.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Restaurante para o bebê

 A marca americana Pomme Bébé deixa as crianças provarem as receitas orgânicas antes da compra


Comidinhas orgânicas para bebês já são vendidas no Brasil, mas a marca americana depapinhas Pomme Bébé foi além e abriu um restaurante só para bebês. Ali, os pequenos podem experimentar – de graça! – as receitas criadas pelo renomado chef Laurent Brazier antes de seus pais comprarem as porções para levar para casa. Com decoração clean para não desviar a atenção das crianças, o ambiente lembra um sushi bar. Mas no lugar dos banquinhos, cadeirões. E na vitrine, potinhos de sopas, cremes e compotas de frutas. Além de servir somente comidas orgânicas, a marca californiana só usa ingredientes frescos produzidos na estação e todo o processo de fabricação é manual. As papinhas são cozidas lentamente – altas temperaturas poderiam destruir nutrientes, sabores e cores – e não contêm conservantes, aromatizantes artificiais, hormônios e antibióticos. No cardápio, algumas opções são purê de maçã com cranberry, creme de frango e bolinho de abobrinha. Com preços a partir de 3,25 dólares o potinho, a Pomme Bébé vende também pela internet e na rede de supermercados americana Whole Foods. Infelizmente, a marca não entrega no Brasil (as papinhas não chegariam aqui aptas para o consumo). Mas se você for à Califórnia, pode ser um programa diferente. Só não se esqueça de jantar antes de levar seu filho ao restaurante!

Homens...saibam pq as mulheres demoram no banheiro público!!!


Minha mãe ficava histérica com os banheiros públicos. Quando pequena, me levava ao banheiro, me ensinava a limpar a tampa do vaso com papel higiênico e a cobrir cuidadosamente, com tiras de papel, toda a borda.


Finalmente me instruía: “Nunca, NUNCA se sente em um banheiro público”. Logo me mostrava “a posição”, que consiste em se equilibrar sobre o sanitário em uma posição de sentar sem que o corpo entre em contato com o vaso.



Isso foi há muito tempo mas, ainda hoje, em nossa idade adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando. Quando você “tem que ir” a um banheiro público, sempre encontra uma fila de mulheres que te faz pensar que as cuecas do Brad Pitt estão à venda pela metade do preço.

E, assim, espera pacientemente e sorri amavelmente às outras mulheres que também estão, discretamente, cruzando as pernas. Finalmente é a sua vez. Você olha cada cubículo por baixo da porta pra ver se não há pernas.

Todos estão ocupados mas, finalmente, uma porta se abre e você entra quase jogando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona mas… não importa… Você pendura a bolsa no gancho que tem atrás da porta e, se não tem gancho, você a pendura no pescoço mesmo, enquanto se equilibra, sem contar que a alça da bolsa quase corta a sua nuca, porque está cheia de porcarias que você foi jogando dentro, das quais não usa a maioria, mas as tem aí para o caso de “e se eu precisar?”

Mas, voltando à porta… Como não tem trinco, só lhe resta a opção de segurá-la com uma mão enquanto, com a outra, você abaixa a calcinha e fica “em posição”…

Alívio… Ahhhhhh… Mais alívio… Aí é quando suas pernas começam a relaxar e você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o vaso e nem cobrir com papel. Nessa hora você quase tem um treco de tão aliviada… aí dá uma desequilibrada e erra a mira.

Pronto!!!! O suficiente pra ficar molhada até as meias, e é obvio que dá pra notar. Para afastar o pensamento dessa desgraça, você procura o rolo de papel higiênico…

Maaaas.. hehehe…

O rolo tá vazio!

E as suas pernas continuam querendo relaxar.

Aí você lembra de um pedacinho de papel que tá na bolsa, meio usado porque você já limpou o nariz nele, mas vai ter que servir… Você o amassa pra absorver o máximo possível, mas ele é muito pequeno e ainda tá sujo de meleca.

Nisso alguém tenta entrar e, como o trinco não funciona, você recebe uma baita portada na cabeça.

Aí você grita “tem genteeeeee” enquanto continua empurrando a porta com a mão livre, e o pedacinho de papel que você tinha na mão cai exatamente em uma pequena poça que tinha no chão e você não sabe se é água ou xixi… Hehehe… aí você vai de costas e desequilibra, caindo sentada no vaso.

Você se levanta rapidamente mas já é tarde… seu traseiro já entrou em contato com todos os germes e formas de vida do vaso porque VOCÊ não o cobriu com papel higiênico que, de qualquer maneira, não havia, mesmo se você tivesse tido tempo de fazer isso.

Sem contar o golpe na cabeça, o quase corte na nuca pela alça da bolsa, a espirrada de xixi nas pernas e nas meias, que ainda estão molhadas… a lembrança de sua mãe, que estaria terrivelmente envergonhada de você, porque o traseiro dela nunca sequer tocou o assento de um banheiro público porque, francamente, “você não sabe que tipo de doença poderia pegar”.

Mas a aventura não termina aí…

Agora a descarga do banheiro, que tá tão desregulada que jorra água como se fosse uma fonte, e manda tudo pro esgoto com tanta força que você tem que se segurar no porta-papel (quando tem) com medo de que aquele negócio te leve junto e te mande pra China.

Aí é, finalmente, quando você se rende… Está ensopada pela água que saiu da privada como uma fonte.

Você está exausta!

Tenta se limpar com uns papéizinhos de chiclete Trident que estavam na bolsa e, depois, sai discretamente em direção à pia.

Você não sabe muito bem como funcionam as torneiras automáticas também e então sai aquele jato de água que dura um segundo e voce tem que ficar dançando com as mãos em frente da torneira para conseguir tirar todo o sabão (quando tem) das mãos.

Enxugar as mãos é impossível quando se depara com aqueles ventiladores. Depois de alguns soprinhos e muito barulho (sem encostar no aparelho por que você já leu na internet que pode ser eletrocutada), voce acaba enxugando as mãos na própria roupa mesmo, enquanto passa pela fila de mulheres que ainda estão esperando com as pernas cruzadas e, nesse momento, você é incapaz de sorrir cortesmente.

Uma alma caridosa, no fim da fila, te diz que você tá com um pedaço de papel higiênico do tamanho do rio Amazonas grudado no sapato!

Você puxa o papel do sapato e joga na mão da mulher que disse que tava grudado e lhe diz, suavemente: “Toma! Você vai precisar!“… e sai.

Enquanto isso seu namorado ou marido, que entrou, usou e saiu do banheiro masculino, e teve tempo de sobra pra ler “Guerra e Paz” enquanto esperava, te pergunta: “Porque demorou tanto?”

É nessa hora que você dá um pontapé nele e o manda se catar!!!!

Isto é dedicado a todas as mulheres, de todas as partes do mundo, que já tiveram que usar um banheiro público.

E, finalmente, explicar a vocês, homens, porque nós demoramos tanto.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Como os adolecentes aprendem sobre sexo!!

Galera, olha só esse gráfico!!! fiquei assustada!!!!

Um dia de Thiago Lacerda.......Totalmente fã!!!

EXISTEM COISAS NA NOSSA VIDA QUE NÃO SE EXPLICA!!! SIMPLESME VÊ E ADMIRA....ESSE É O CASO DO THIAGO LACERDA....SOU FÃ DESDE 1998, TINHA 22 ANOS, QDO ELE FEZ O INESQUECIVEL MATEO EM TERRA NOSTRA, COM A GIULIANNI (ANA PAULA ARÓZIO) ESSE ANO FOI UM ANO MARCANTE EM MINHA VIDA, SENTIMENTOS A FLOR DA PELE, CONFUSÃO, SOLIDÃO, MEDOS, ÓDIO, AMOR, FUSTRAÇÃO, CHORO...ENFIM....VÁRIOS SENTIMENTOS, E POR MAIS IDIOTA E ESTRANHO QUE POSSA PARECER, CONHECER O THIAGO LACERDA NA NOVELA NESTE ANO FOI FUNDAMENTAL PARA MEU NOVO EU!!! UM RENOVO DO CORAÇÃO!!!!

 UFAAA!! QUE PAPO SÉRIO NÉ!? HJ EU TENHO 34 ANOS E SOU MUITO FELIZ, MEU MARIDO É LINDO COMO ELE!!!! VAMOS AGORA DAR UMA OLHADINHA NO DIA CORRIDO DELE...TADINHO...HEHEHEH