quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Novidades na área de saúde para facilitar a sua gravidez e o pós parto


Teste de gravidez feito em casa com a precisão de um laboratório

Basta um furinho no dedo para você descobrir com 99,5% de precisão se está grávida. A ideia do novo autoteste chamado Accurate é unir a praticidade de um teste de urina e a segurança de um exame de sangue. Ele é capaz de detectar através de uma gota de sangue a presença do hormônio hCG, produzido após a fecundação. O exame pode ser feito a partir da primeira semana de gestação e o resultado sai em 10 minutos. Produzido pelas empresas Lifemed e FK-Biotec, o produto chega ao mercado no segundo semestre e custará, em média, R$ 30.


Dispositivo para reduzir as dores do parto


Foi após sofrer muito durante o trabalho de parto que Yael Golombek, diretora geral da empresa israelense ACU Medical Technologies, decidiu criar um aparelho capaz de amenizar as contrações. O resultado é o massageador EasyLabour, desenvolvido por engenheiros com a ajuda de obstetras.

O produto tem formato de cinta que deve ser colocada na região pélvica assim que a gestante começa a sentir os primeiros sinais do parto. O massageador fica nas costas e você pode regular a intensidade do movimento. O dispositivo é baseado na pressão por contato, uma técnica terapêutica não invasiva, destinada a aliviar a dor. Inicialmente ele será vendido apenas para hospitais, por isso, não há previsão de preço.

Mas, em breve, a empresa pretende atender ao consumidor final. Menor bomba extratora de leite do mundo
Imagine como seria bom se você pudesse tirar leite enquanto cuida do seu bebê ou lê um livro. Com a bomba Freestyle, da marca suíça Medela, isso já é possível. O aparelho pode ser acoplado ao sutiã e não necessita de auxílio manual. Ele também armazena em sua memória informações das extrações efetuadas, como o padrão de sucção preferido, por exemplo.

Funciona com baterias recarregáveis e estará à venda a partir da próxima semana. Ainda não há previsão de preço. Ultrassom na sua casa

Ter a possibilidade de acompanhar o crescimento do seu filho em sua barriga mesmo sem poder sair de casa, no casoem uma gravidez de alto risco. Para atender essas e outras situações de emergências que a empresa italiana Esaote criou o MyLabOne, um equipamento de ultrassom portátil que pode ser levado para qualquer lugar, inclusive para sua casa.
O aparelho é fixado ao braço do médico com o auxílio de tiras. Para funcionar usa baterias de longa duração. MyLabOne começa a ser comercializado a partir do último trimestre do ano e será vendido apenas para médicos e técnicos de medicina de imagem.


Fonte: Revista Crescer

Gravidez: Posso mesmo ter relações sem machucar o bebê?!

Se você teve algum tipo de sangramento de escape ou spotting no início da gravidez, é possível que seu médico a aconselhe a não manter relações sexuais com penetração até a 14a semana. Em outras circunstâncias, não há motivo físico para que você não transe durante toda a gestação.


Mesmo com a penetração, o pênis não tem como machucar o bebê. Nos primeiros meses, porém, o cansaço, a náusea, a dor nos seios, o estresse e a preocupação de um modo geral talvez impeçam você de sentir o mesmo desejo de antes. Para muitas mulheres, isso tudo muda com o passar da gestação.



No caso dos homens, alguns também temem machucar a parceira ou o bebê durante o ato sexual, e outros enfrentam maior dificuldade para se ajustar ao novo corpo da mulher. Com o passar dos meses, talvez você comece a se incomodar com o peso de seu companheiro, se for adepta da posição tradicional papai-e-mamãe.



Procure ser criativa e experimentar posições sexuais que sejam mais prazerosas. No final da gravidez, talvez seja necessária certa ginástica para que o sexo não fique muito desconfortável. Outro fato a se ter em mente mais no fim da gestação é que o sexo libera oxitocina na corrente sanguínea, o hormônio que ajuda o colo do útero a se preparar para o trabalho de parto, e também pode provocar contrações.



O sêmen, rico nas prostaglandinas naturais que ajudam o útero a se contrair, também pode apressar o parto. Isso é absolutamente normal se sua gestação estiver decorrendo sem maiores problemas, mas o médico poderá recomendar abstinência sexual no último trimestre caso você tenha histórico de trabalho de parto prematuro.



NÃO FAÇA SEXO ANAL!!!! ESSA JÁ É A OPINIÃO DA MARIE, NA REPORTAGEM ELES FALAM QUE TUDO BEM E QUE É SÓ PARA TOMAR CUIDADO COM HEMORRÓIDAS!!! MAS BIBLICAMENTE É ERRADO!!!



Algumas pessoas deixam de manter relações sexuais durante toda a gravidez. Embora tal atitude seja perfeitamente normal, se acontecer com você e seu parceiro, conversem bastante para que a questão não se torne um fantasma entre vocês.





Fonte: Baby Center Brasil http://brasil.babycenter.com/pregnancy/e-seguro/sexo/

Óleo de Linhaça pode trazer riscos na gravidez!


Meninas, li essa matéria no Guia do Bebê e achei importante divulgar:



Riscos do óleo de linhaça na gravidez
Se fosse perguntado para as mulheres grávidas quais produtos prefeririam ingerir entre um remédio ou uma substância natural, com certeza as respostas seriam os produtos naturais.
Isso porque existe o conceito de que as substâncias naturais são mais inofensivas para seus bebês.

Mas será que são tão inofensivos assim?
Não é o que sugere uma pesquisa feita na Universidade de Montreal, Canadá. O estudo revela que o óleo de linhaça pode ser muito prejudicial para a gravidez da mamãe.


O coordenador do trabalho, Anick Bérard, relata que tanto os benefícios quanto os riscos dos produtos naturais não são tão conhecidos e estudados como os remédios prescritos pelos médicos.


A pesquisa estudou 3.354 mulheres e 10% delas usaram produtos naturais durante a gravidez. Entre os mais queridinhos das mamães estavam a camomila, 19%, o chá verde, com 17%, a hortelã e o óleo de linhaça, ambos com 12% da preferência.


Ao associarem parto prematuro com o consumo de produtos naturais, o resultado indicou que o óleo de linhaça aumenta a ocorrência do parto prematuro.


O óleo de linhaça consumido nos últimos dois trimestres da gestação podem aumentar em até 4 vezes os riscos de um parto prematuro. Bérard diz que os riscos de prematuridade são de 2 a 3%. Com o consumo do óleo de linhaça esse número pode subir para 12%.


O mesmo não se aplica para as mulheres que consomem a semente de linhaça. O parto prematuro só está ligado ao consumo do óleo de linhaça. Mais estudos devem ser realizados para comprovar efetivamente esse resultado.


Dicas
Mesmo precisando de mais estudos, cuidado ao consumir o óleo de linhaça na gravidez.
Ao preferir realmente ingerir um produto natural, converse muito com o seu médico sobre os benefícios que realmente esse produto trará.


Sempre siga as orientações do seu médico.
Bruno Rodrigues


Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/oleo_de_linhaca.htm

Dez dicas de psicólogos para lidar com problemas de fertilidade!




Sei bem como essa fase de treinante mexe com o psicológico da gente, então vi essa matéria e achei que devia compartilhar aqui, pois pode ajudar vcs, olhem só:


"Escrito para o BabyCenter Brasil



A pressão da família e da sociedade para ter filhos muitas vezes é enorme, e o fato de não conseguir engravidar pode fazer a pessoa se sentir um completo fracasso. Conversamos com psicólogos que trabalham com casais com problemas de fertilidade para descobrir como suportar a situação da melhor maneira possível. Leia as dicas abaixo:

Admita que a dificuldade de gravidez é uma crise na sua vida


Ter dificuldade para engravidar pode representar uma das fases mais difíceis da sua vida. Não é frescura, não é um capricho. É um motivo perfeitamente justo para ficar triste. Para a psicóloga Kate Marosek, que atende casais em Washington, nos EUA, é importante que a pessoa reconheça que o problema é sério. "É normal ter uma sensação profunda de perda, ficar estressado, triste ou sem saber o que fazer", diz ela. "A pessoa não pode se recriminar por se sentir assim." Encarar e aceitar o que você está sentindo ajuda a suportar essas emoções e a pensar mais racionalmente.

Não se culpe pelo problema


Procure resistir à tentação de ficar brava consigo mesmo, de ouvir aquela vozinha que lá no fundo fica dizendo: "...Eu não devia ter esperado tanto...", "...Eu não devia ter tomado pílula por tanto tempo...", "...Por que não me cuidei melhor?". Esse tipo de pensamento negativo só piora as coisas, afirma o especialista Yakov M. Epstein. Quando você começar a ter esses pensamentos sobre o que "devia" ou "podia" ter feito, lembre-se de que problemas de fertilidade acontecem, não são culpa sua. Mesmo que você tenha tomado decisões no passado e hoje se arrependa, aquilo já passou, não adianta mais ficar remoendo. Tente se concentrar no seu futuro e nas coisas boas que virão quando o problema for finalmente superado.

Trabalhe em equipe com seu companheiro


Você e o seu parceiro precisam se ajudar nesta hora difícil. Evite a todo custo a armadilha de culpar o outro pela dificuldade de engravidar. "Trabalho de equipe" não quer dizer que vocês dois tenham que sentir a mesma coisa ao mesmo tempo. Seria impossível. O que dá para fazer é procurar sempre prestar atenção no que o outro está sentindo naquela hora. "Quando um cuida do outro, os dois podem se unir para combater o problema juntos", diz a psicóloga Kate Marosek. Tentem encontrar, juntos, maneiras realistas de dividir o estresse e a frustração. Se a mulher está passando por um tratamento, o homem pode assumir a compra de remédios e a papelada para o plano de saúde, para o imposto de renda etc. Se um precisa tomar injeções em casa, o outro pode fazer a aplicação.

Aprenda tudo o que puder sobre o problema

Leia sobre problemas de fertilidade e faça todas as perguntas que quiser ao médico, sem medo ou vergonha. Um jeito de entrar em contato com outras pessoas na mesma situação é visitar fóruns de discussão como os do BabyCenter, para trocar ideias sobre as emoções e dificuldades dos tratamentos.
Na área de reprodução humana, as técnicas mudam rápido, e você corre o risco de não poder tomar decisões por si só se não souber do que o médico está falando. Isso é ainda mais importante porque os tratamentos de fertilidade muitas vezes envolvem dinheiro. As clínicas podem ter interesse em "vender" o tratamento mais caro, e você precisa saber ao menos discutir a necessidade ou não do procedimento. Para começar, dê uma olhada na nossa área sobre dificuldade de gravidez.

Estabeleça um limite de até onde tentar

Há casais que decidem, desde o começo, que não vão apelar para tratamentos muito complexos na tentativa de ter um bebê. Outros resolvem fazer todo o possível, não importa quanto tempo demore ou quanto custe, para realizar o sonho. Só vocês podem chegar à conclusão de quando é hora de parar de tentar. É uma decisão que precisa ser tomada pelo casal, muitas vezes em conjunto com o médico. Mas é provável que você se sinta mais no controle das coisas se tiver um plano mais ou menos pré-traçado.
Um bom começo é pensar naquilo que você não quer fazer. Há pessoas que descartam a adoção ou o uso de gametas doados. Há outras que preferem não se submeter a tratamentos invasivos e caros como a fertilização in vitro. Nenhuma decisão será definitiva, mas ela ajudará você a se situar melhor, até em relação a seus próprios sentimentos e conflitos internos.

Pense em quanto vocês estão dispostos a gastar

Tratamentos de fertilidade são caros, e não vêm com garantia de sucesso. Por isso a questão do dinheiro é importantíssima. É preciso levar em conta que os remédios também são muito caros, portanto é necessário perguntar para o médico quanto o medicamento vai custar, se existe alternativa mais barata, se há algum lugar específico para comprar com desconto, e qual será mais ou menos o custo total dos remédios. Vocês precisam pensar também que a duração do tratamento não é definida: pode ser que funcione logo de cara, pode ser que seja preciso segui-lo por meses ou até anos. E, se houver embriões a ser guardados na clínica, isso também tem um custo, que não é baixo.
Em primeiro lugar, descubra onde fazer o tratamento. Se tiver plano de saúde, informe-se para ver quais são os procedimentos cobertos. No Brasil, são raros os planos que cobrem tratamentos de fertilidade, mas vários dos exames e pequenas cirurgias fazem parte do cuidado normal à saúde da mulher, e por isso estão incluídos na cobertura. O melhor jeito de descobrir isso é conversando com o médico e com outras pessoas que já passaram pelo tratamento. Você pode tentar encontrá-las em fóruns de discussão como os do BabyCenter. Infelizmente os poucos serviços públicos que tratam a infertilidade gratuitamente têm filas enormes, mas sempre vale a pena se informar sobre o que existe na sua região. Existem centros que subsidiam os tratamentos e clínicas que fazem planos de pagamento especiais, incluindo mais de um ciclo. Não se esqueça de incluir o custo dos medicamentos na previsão de gastos. Por mais duro que seja, você tem de se lembrar de que o tratamento de fertilidade é um investimento às cegas, porque você pode acabar gastando todas as suas economias sem conseguir o resultado desejado.

Busque o apoio de profissionais e de pessoas com o mesmo problema


A sociedade não se dá conta do tamanho da tristeza que a infertilidade provoca. A reação mais natural daqueles que não conseguem ter um bebê é esconder essa tristeza, o que acaba aumentando a sensação de isolamento e de vergonha.
"Encontrar outras pessoas que estejam passando pela mesma coisa pode ajudar a entender que muita gente tem problemas de fertilidade, e que a decepção é totalmente compreensível", diz Linda Klempner, psicóloga que atua em Nova Jersey, nos EUA. A internet é uma boa aliada nesses casos, porque facilita o contato de pessoas na mesma situação, de um modo que elas se sentem à vontade para desabafar. Converse com o médico também para ver se a clínica não possui um serviço de psicologia especializado. Há centros de tratamento que se preocupam com essas questões, pois seus profissionais sabem melhor que ninguém o peso e o estresse que a dificuldade de gravidez provoca.

Dê-se o direito de evitar atividades que envolvam bebês


Se certas ocasiões são muito difíceis para você, como ir ao chá de bebê da colega que engravidou sem querer, sinta-se no direito de não ir. E, se a situação for inevitável, já que muitas vezes o bebê é de uma pessoa muito querida, não se culpe pela tristeza que sentir depois, e deixe as lágrimas escorrerem quando chegar em casa. Na hora de comprar um presente, se for muito difícil entrar numa loja para bebês, prefira comprar um livro, já que as seções infantis de livrarias são bem mais inofensivas que lojas cheias de macacõezinhos e mulheres barrigudíssimas.

Procure equilibrar otimismo e pé-no-chão


No meio de um tratamento ou procedimento, você precisa ser otimista. É compreensível, no entanto, ficar cauteloso para não se iludir demais. Pergunte ao médico, em porcentagem, quais são as chances de sucesso, para procurar ter em mente que pode dar certo, mas pode não dar. A tecnologia é tanta que muitos casais são levados a crer que algum tratamento vai funcionar, e vão tentando por anos a fio. É importante saber, no entanto, que cerca de um terço dos casais que passam por tratamentos de fertilidade acabam não conseguindo ter um filho biológico. É uma realidade dura, mas por isso mesmo é preciso considerá-la.

Cuide-se e procure ter outros interesses


Passar por um tratamento de fertilidade é quase como um emprego, pois exige tempo e dedicação, além de ocupar praticamente toda sua cabeça. Assim, você precisa deixar espaço para alguma outra atividade ou hobby que lhe dê prazer. Uma saída com as amigas (de preferência sem filhos!), um trato especial no salão de beleza, uma massagem ou um bom filminho com pipoca em casa são opções. Você pode experimentar coisas novas, como aquela aula de artesanato ou ioga que sempre quis fazer, ou aquela caminhada todas as manhãs. Ou quem sabe adotar um bichinho de estimação para já poder se chamar de "mamãe"...

PLANEJANDO A GRAVIDEZ (fertilidade)


Para poder calcular um período fértil você precisa ter um ciclo regular (c/pouca variação de dias em 3 ciclos seguidos, no máximo 3 dias de variação). Se teu ciclo não é regular a 1a coisa é procurar o ginecologista e identificar porque isso acontece.



A 1a coisa é saber quantos dias tem seu ciclo, para isso conte o 1o dia da menstruação(1o dia de fluxo) como o 1o dia do ciclo e conte até o dia anterior a próxima menstruação. Exemplo, você menstruou no dia 01/06 e depois dia 01/07, então dia 01/06 é o 1o dia do ciclo e o dia 30/06 o último dia do ciclo, dando um ciclo de 30 dias. Esse controle deve ser feito pelo menos 3 ciclos seguidos, ou seja, vc precisa saber o nro de dias dos 3 últimos ciclos, o dia das 4 últimas mesntruações.



Sabendo o nº de dias do seu ciclo, sendo regular, basta fazer o seguinte cálculo:


1- nº de dias do ciclo
2- dia da provável ovulação


Sabendo o período fértil será:


PF : Do dia da provável ovulação - 3 .........ao dia da provável ovulação + 3


Exemplo para um ciclo de 30 dias:
30 : 2 = 15

PF - Do 12° dia do ciclo ao 18° dia do ciclo.


** Na seção de Calculadoras do Blog tem uma Calculadora de Ovulação muito boa, que pode fazer os cálculos para você




Para saber mais leia tb


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Gravidez ( sintomas)

Os especialistas acreditam que a progesterona e o estrogênio -- os hormônios femininos que regulam o ciclo reprodutivo -- sejam parcialmente responsáveis por isso, mas, o fato é que grande parte dessas alterações é simplesmente causada pelas enormes mudanças relacionadas à gestação. Pode ser que de uma hora para a outra você passe da alegria de ter um filho à pergunta: "O que foi que eu fui fazer com minha vida?". Mesmo quando a gravidez é bem planejada, muitas mães vêem-se tomadas por preocupações em relação ao futuro, ao relacionamento com o parceiro ou às responsabilidades financeiras que vão aumentar. Alguns efeitos físicos da gestação, como azia, cansaço e vontade frequente de fazer xixi também acabam mexendo mais com suas emoções.


Em que fase da gravidez as variações de humor são piores?
Elas costumam ser mais pronunciadas nas 12 primeiras semanas e tendem a diminuir à medida que seu corpo se adapta ao bombardeio hormonal a que é submetido. Mas no finalzinho da gravidez, com a ansiedade da aproximação da "hora H" do parto, as lágrimas podem voltar a ser suas companheiras fiéis.


Dá para "administrar" tamanha variação de sentimentos?
Essas variações fazem parte da experiência de se estar grávida. A consciência de que você está se comportando conforme o esperado (e conforme ditam seus hormônios) talvez sirva para aliviar um pouco da culpa por tantos altos e baixos. Não seja dura demais com você mesma. Faça alguma atividade prazerosa, e não deixe de conversar com amigos e familiares sobre o que você está sentindo. Você pode trocar ideias com quem já passou por isso aqui, nos fóruns do BabyCenter e do e-family. A gravidez muda a vida das pessoas, e até as mulheres que sempre tiveram como objetivo ser mãe passam por momentos de irritabilidade, vulnerabilidade e ansiedade. Tente se preservar um pouco. Fique longe do noticiário trágico, especialmente se ele envolver crianças. Você pode se surpreender como uma história que antes passaria batida pode deixá-la profundamente abalada.


As variações de humor podem ser sinal de outra coisa?
Se você acha que essas alterações são mais do que melancolias temporárias, talvez seja o caso de consultar um terapeuta. Cerca de 10 por cento das grávidas sofre de depressão moderada. Vale a pena tratar a depressão agora porque mulheres com depressão na gravidez têm mais tendência a ter depressão pós-parto.


Fonte: Baby Center Brasil

Cuidado ao dormir!!

Esse video é uma cooperação da Pri.

bjosss pra todos!!!